segunda-feira, 23 de maio de 2011

Revista IstoÉ traz matéria com Pastor Samuel Ferreira

Presidente da AD Brás conta como vê a Assembleia de Deus na atualidade

Uma matéria com três páginas na IstoÉ conta a história da Igreja Assembleia de Deus por meio do pensamento e da gestão do presidente da AD Brás, Pastor Samuel Cássio Ferreira, que recebeu a reportagem da revista em seu gabinete pastoral, na Catedral da denominação em São Paulo.

Com o título “Um pastor moderno entre os radicais” a publicação fala do crescimento da Assembleia de Deus, apesar de seu centenário, e mostra que a expansão e chegada de novos fiéis acontecem por conta da abertura implementada pelo líder da denominação em São Paulo e por sua nova fórmula de gestão. A revista destaca a jovialidade do pastor Samuel Ferreira, que acaba de completar 43 anos, e sua história vivida integralmente dentro da denominação.

Desde que assumiu a presidência da Igreja Assembleia de Deus em São Paulo, tornando-se também o presidente da Convenção Estadual, Samuel Ferreira fez questão de imprimir sua marca de gestor e pastor que prioriza a unidade, o reino de Deus, a vida das ovelhas e o cuidado com os mais de 12 mil pastores que estão sob sua liderança no Estado. “Ser pastor de ovelhas não é fácil, mas ser pastor de pastor é mais complicado”, disse em sua fala no Culto de Ação de Graças realizado na noite de 21 de maio, em comemoração ao seu aniversário. “Mas graças a Deus tudo tem dado certo, tem valido a pena viver”, concluiu.

Em sua entrevista à revista, Samuel Ferreira disse que mesmo com sua nova forma de pastorear considera-se um pastor conservador. “Aquilo que é a essência do Evangelho é inegociável; o que é acessório vamos pensar, vamos conversar...”, explicou.

Apesar de sua pouca idade, Samuel Ferreira tem larga experiência pastoral que advém de sua vida como filho do bispo Manoel Ferreira, presidente da Convenção Nacional e que tem perto de 60 anos de ministério. “Tenho acompanhado meu pai ao longo de seu ministério, o que me trouxe conhecimento e experiência com as diversas causas e desafios na obra de Deus”. Além disso, Samuel Ferreira pastoreia e é presidente da AD de Campinas há 20 anos, é vice-presidente da Convenção Nacional e tem robusta formação eclesiástica, adquirida no Brasil e no exterior.

Para a reportagem da revista IstoÉ, que acompanhou durante um dia inteiro as atividades na Igreja do Brás – exatamente em um domingo onde aconteceram atividades como reunião de mulheres, reunião dos obreiros (pastores do Campo do Brás) e culto da Família – Samuel Ferreira fez questão de deixar claro seu compromisso com a Igreja. “Minha agenda é uma loucura, prego praticamente todos os dias, saio de uma reunião entro em outra, e isso no país todo, mas estou sempre pronto para me dedicar à Palavra e ao cuidado com a ovelha”, ressaltou. O pastor contou um caso que aconteceu recentemente enquanto estava se dirigindo para pregar em uma congregação. “O telefone tocou e era uma pessoa precisando de um aconselhamento naquele momento. Só que eu estava com pessoas no carro e precisava de privacidade. Então pedi ao motorista para estacionar. Saí e comecei a ministrar a pessoa pelo celular na rua. Ela precisava naquela hora e não poderia deixar de atendê-la”.

O presidente da AD Brás falou ainda sobre sua família. “Sei que não fico o tempo que meus filhos e minha esposa gostariam que estivéssemos juntos, mas quando estou com eles paro tudo e dou o meu melhor”, disse. Sua mulher, Keila Ferreira, também é pastora e seu filho mais velho, Manoel Netto, acaba de ser consagrado pastor na convenção de Goiânia. A filha Marinna, de 14 anos, completa a família, que está toda envolvida na Igreja.

Para a reportagem, Samuel Ferreira também destacou que não fez nenhuma revolução na AD (que tem cerca de 15 milhões de fiéis, metade do número de evangélicos do Brasil), mas que a igreja precisa adequar-se aos novos tempos e abrigar a juventude e suas expectativas. “Muitos chamam de revolução, mas o que eu faço é a pregação de um evangelho puro, sem acessórios pesados”, disse o pastor que lidera um dos maiores grupos de jovens na sede da AD Brás.

O pastor disse ainda que as proibições estavam mais fortemente colocadas sobre o mundo feminino. “As irmãs não podiam cortar os cabelos, usar calças compridas, jóias ou adereços que as mulheres tanto gostam, o que fazia com que muitas até saíssem da igreja. Sabemos que não são essas coisas que levam à salvação, mas uma vida reta e santa diante de Deus, e isso está em aceitar a Cristo como Senhor, congregar, ser ministrado por meio da palavra de Deus nos Cultos. Então, não podemos excluir pessoas simplesmente porque gostam dessa ou daquela forma de se trajar”, ponderou.

Quanto ao lado moderno, Samuel Ferreira é usuário das novas tecnologias, como as redes sociais na Internet. Seu Twitter (@PrSamuelOficial), em pouco mais de dois meses está com mais de 140 mil seguidores e cresce a cada dia. “Eu faço questão de usar estas ferramentas, pois descobri que me aproximam das pessoas, o que eu sempre desejei”, justificou o pastor que também usa o Facebook e está ligado por meio de celulares ao mundo virtual.

A matéria completa pode ser lida na edição impressa atual da revista IstoÉ ou pelo link http://www.istoe.com.br/reportagens/138157_UM+PASTOR+MODERNO+ENTRE+OS+RADICAIS?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

Assessoria de Imprensa
AD Brás

Em seu aniversário Pastor Samuel Ferreira afirma: vale a pena viver!

Mais de uma dezena de parlamentares, entre senadores, deputados federais e estaduais e vereadores; centenas de pastores e presidentes de campos; prefeitos; e a Catedral da AD Brás lotada com pessoas vindas das mais diversas regiões e cidades paulistas participaram do Culto de Ação de Graças por ocasião do aniversário do pastor Samuel Ferreira que completou 43 anos de idade, em 21 de maio.

A cerimônia também contou com a presença de autoridades do governo, entre elas o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o prefeito da Capital, Gilberto Kassab. Houve ainda a visita do vice-presidente da República, Michel Temer. Com todos estes convidados, a solenidade foi marcada por inúmeros pronunciamentos, muita música e homenagens, como a do coral infantil que cantou ‘Se tu quiseres crer’ e do coral masculino que apresentou ‘Uma nova História’.

Períodos de orações feitas por importantes nomes da denominação, como o pastor Abner Ferreira, irmão natural do aniversariante, presidente da igreja Assembleia de Deus em Madureira (RJ) e da Convenção do Estado do Rio de Janeiro, que na ocasião representou o bispo Manoel Ferreira, presidente da Convenção Nacional, também abençoaram a cerimônia, que teve um caráter bastante formal e congregacional.

Entre as personalidades do legislativo paulista municipal destacou-se a presença do presidente da Câmara de São Paulo, José Police Neto; do Parlamento paulista nomes como dos deputados Dilmo dos Santos, Fernando Capez, José Bittencourt, Rita Passos, Chico Sardelli; de Brasília os deputados Arlindo Chinaglia e Gabriel Chalita, além do senador Marcelo Crivella. Não faltaram palavras de apoio, falas amistosas e elogios ao trabalho realizado pelo reverendo Samuel Ferreira à frente de parte da maior denominação evangélica do Brasil.

Em sua fala, Geraldo Alckmin refere-se ao pastor Samuel Ferreira como seu amigo e diz que, como médico, sabe que pessoas que têm fé vivem mais. O governador paulista disse ainda que não poderia deixar de comparecer à cerimônia e que tem grande respeito pelo presidente da AD Brás.

Prefeito da Capital, Gilberto Kassab cumprimentou as autoridades, saudou a Igreja e os pastores presentes. Disse que Samuel Ferreira “é um líder admirável e quero parabenizá-lo por suas conquistas”.

Promotor, professor de Direito e deputado estadual, Fernando Capez disse que admira o trabalho de Samuel Ferreira, que também tem formação em Direito. Ele lembrou que a diminuição da criminalidade, recentemente divulgada pelo Governo de São Paulo, se deve ao trabalho dos evangélicos, especialmente da Assembleia de Deus que está em quase 100% das cidades paulistas. “Dentro da nação brasileira temos outra nação, a evangélica”, ressaltou Capez.

Marcelo Crivella arrancou risos e aplausos ao dizer que atravessou a rua para estar na festa de aniversário do pastor Samuel, em referência à Igreja Universal que fica na mesma Avenida Celso Garcia, do lado oposto e a poucos metros da Catedral da AD Brás. O senador citou dados estatísticos e pesquisas relativas aos evangélicos e disse que eles só revelam “quem somos, mas não o que queremos”. Crivella também destacou a importância do pastor Samuel Ferreira no cenário político e sua influência positiva sobre as autoridades governamentais e legislativas.

A pastora Keila Ferreira também falou em homenagem ao marido, disse que estava muito feliz e que na noite anterior já havia feito sua declaração de amor ao som de violinos. Ela citou a passagem do livro de Josué 1.7 e disse: “Samuel, esforça-te e fique firme fazendo a obra do Senhor”.

O pastor Abner Ferreira veio do Rio de Janeiro para saudar seu irmão e para representar o bispo Manoel Ferreira, autoridade máxima da AD Madureira. Em seu pronunciamento disse que irmão não se escolhe, mas amigo sim. “A melhor maneira de ter amigo é ser amigo. Eu e o Samuel somos muito amigos porque nós decidimos ser”, disse. Abner também deixou para reflexão Salmos 37.37 e 1º Samuel 25.6, textos que falam de paz.

Após todas as manifestações e homenagens, o pastor Samuel agradeceu às autoridades presentes, ao governador por sua amizade e à Igreja dizendo: “eu amo demais vocês”. Citou diversas passagens de sua vida e superações - como os problemas de saúde que teve em 2010 – e ao final de cada episódio descrito dizia: Vale a pena viver.

A noite foi encerrada com o tradicional ‘parabéns a você’, cantado por toda a Igreja, bolo e muita festa, com papel laminado picado que foi lançado sobre o altar. 

Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Um pastor moderno entre os radicais


Um dos líderes da Assembleia de Deus, a maior e uma das mais conservadoras igrejas evangélicas do Brasil, Samuel Ferreira rompe tradições, libera costumes e atrai fiéis para o seu templo


O evangélico desavisado que entrar no número 560 da ave­nida Celso Garcia, no bairro paulistano do Brás, poderá achar que não está entrando em um culto da Assembleia de Deus. Maior denominação pentecostal do País – estima-se que tenha 15 milhões de adeptos, cerca de metade dos protestantes brasileiros –, historicamente ela foi caracterizada pela postura austera, pelo comedimento na conduta e, principalmente, pelas vestimentas discretas de seus membros. Por conta dessa última particularidade, tornou-se folclórica por forçar seus fiéis a celebrarem sempre, no caso dos homens, de terno e gravata e, entre elas, de saia comprida, camisa fechada até o punho e cabelos longos que deveriam passar longe de tesouras e tinturas. Era a igreja do “não pode”. Não podia, só para citar algumas interdições extratemplo, ver tevê, praticar esporte e cultuar ritmos musicais brasileiros. A justificativa era ao mesmo tempo simples e definitiva: eram coisas do capeta.

No templo do Brás, porém, às 19h30 do domingo 15, um grupo de cerca de vinte fiéis fazia coreografias, ao lado do púlpito, ao som de uma batida funkeada. Seus componentes – mulheres maquiadas e com cabelos curtos tingidos, calça jeans justa e joias combinando com o salto alto; homens usando camiseta e exibindo corte de cabelo black power – outrora sofreriam sanções, como uma expulsão, por conta de tais “ousadias”. Mas ali eram ovacionados por uma plateia formada por gente vestida de forma parecida, bem informal. Palmas, também proibidas nas celebrações tradicionais, eram requisitadas pelo pastor Samuel de Castro Ferreira, líder do templo e um dos responsáveis por essa mudança de mentalidade na estrutura da Assembleia de Deus, denominação nascida em Belém, no Pará, que irá festejar seu centenário no mês que vem. “Muitos chamam de revolução, mas o que eu faço é uma pregação de um evangelho puro, sem acessórios pesados”, afirma ele, 43 anos, casado há vinte com a pastora Keila, 39, e pai de Manoel, 18, e Marinna, 14. “A maior igreja evangélica do País está vivendo um redescobrimento.”
Sentado em uma cadeira logo ao lado do coral, Ferreira, que assistiu à televisão pela primeira vez na casa do vizinho, aos 7 anos, escondido do pai, Manoel Ferreira, pastor assembleiano, desliza o dedo indicador em um iPad segunda geração enquanto o culto se desenrola. Acessa a sua recém criada página no Twitter por meio da qual, em apenas um mês, amealhou mais de 110 mil seguidores. Quando se levanta para pregar a palavra, deixa visível o corte alinhado de seu terno e a gravata que combina com o conjunto social. Não que o pastor se furte em pregar de jeans, tênis e camisa esporte – tem predileção por peças da Hugo Boss –, como faz em encontros de jovens. “Samuel representa a Assembleia de Deus moderna, com cara de (Igreja) Renascer (em Cristo)”, opina o doutorando em ciências da religião Gedeon Alencar, autor de “Assembleias de Deus – Origem, Implantação e Militância” (1911-1946), editora Arte Editorial. “Os mais antigos, porém, acham o estilo dele abominável.”

Natural de Garça, interior de São Paulo, formado em direito e com uma faculdade de psicologia incompleta, Ferreira é vice-presidente da Convenção de Madureira, que é comandada por seu pai há 25 anos e da qual fazem parte 25 mil templos no Brasil, entre eles o do Brás. Os assembleianos não são uma comunidade unificada em torno de um líder. Há, ainda, os que seguem a Convenção Geral, considerada o conglomerado mais poderoso, e o grupo formado por igrejas autônomas. Ferreira assumiu o templo da região central da capital paulista há cinco anos e passou a romper com as tradições. Ao mesmo tempo, encarou uma cirurgia de redução de estômago para perder parte dos 144 quilos. “Usar calça comprida é um pecado absurdo que recaía sobre as irmãs. Não agride a Deus, então liberei”, diz o pastor, 81 quilos, que até hoje não sabe nadar e andar de bicicleta porque, em nome da crença religiosa, foi proibido de praticar na infância e na adolescência. 

Sua Assembleia do “pode” tem agradado aos fiéis. “Meu pai não permitia que eu pintasse as unhas, raspasse os pelos ou cortasse o cabelo”, conta a dona de casa Jussara da Silva, 49 anos. “Furei as orelhas só depois dos 40 anos. Faz pouco tempo, também, que faço luzes”, afirma Raquel Monteiro Pedro, 47 anos, gerente administrativa. Devidamente maquiadas, as duas desfilavam seus cabelos curtos e tingidos adornados por joias pelo salão do Brás, cuja arquitetura, mais parecida com a de um anfiteatro, também se distingue das igrejas mais conservadoras.
A relativização dos costumes da Assembleia de Deus se dá em uma época em que não é mais possível dizer aos fiéis que Deus não quer que eles tenham vaidade. A denominação trabalha para atender a novas demandas da burguesia assembleiana, que, se não faz parte da classe média, está muito perto dela, é urbana e frequenta universidades. É esse filão que está sendo disputado. Uma outra igreja paulista já promoveu show no Playcenter. No Rio de Janeiro, uma Assembleia de Deus organiza o que chama de Festa Jesuína, em alusão à Festa Junina. Segundo o estudioso Alencar, as antigas proibições davam sentido ao substrato de pobreza do qual faziam parte a grande maioria dos membros da Assembleia de Deus. “Era confortável para o fiel que não tinha condição de comprar uma televisão dizer que ela é coisa do diabo. Assim, ele vai satanizando o que não tem acesso.”

Importante figura no mundo assembleiano, o pastor José Wellington Bezerra da Costa, 76 anos, presidente da Convenção Geral, não é adepto da corrente liberal. “Samuel é um menino bom, inteligente, mas é liberal na questão dos costumes e descambou a abrir a porta do comportamento”, afirma. Ferreira, por outro lado, se diz conservador, principalmente na questão dos dogmas. Em suas celebrações, há o momento do dízimo, do louvor, da adoração e um coral clássico. Ao mesmo tempo, é o torcedor do Corinthians que tuita pelo celular até de madrugada – dia desses, postou que saboreava um sorvete às 4h30 –, viaja de avião particular e não abre mão de roupas de grife. Um legítimo pastor do século XXI. 
Fonte: istoÉ
Reportagem: Rodrigo Cardoso

Pastor Samuel Ferreira comemora aniversário com Culto de Ação de Graças

O reverendo Samuel Cássio Ferreira, presidente da Assembleia de Deus Brás e da Convenção do Estado de São Paulo, completa 43 anos no próximo dia 21 de maio, quando receberá pastores, membros, amigos e autoridades para um Culto de Ação de Graças, na Catedral da AD Brás, na noite de sábado, às 19 horas.

Para a solenidade foi preparada uma grande celebração, que terá na programação, além da Palavra de Deus, homenagens, oportunidades para pronunciamentos e muito louvor. A entrada na cerimônia é gratuita e está aberta a todo público. A AD Brás sede conta com dois estacionamentos e capacidade para cerca de 6 mil pessoas.

Estão sendo esperados convidados e caravanas de várias partes do Estado de São Paulo, além de autoridades políticas, como o governador Geraldo Alckmin, o prefeito Gilberto Kassab e o senador Aloysio Nunes Ferreira.

Também já confirmaram presença parlamentares estaduais e municipais, pastores e líderes da Assembleia de Deus e diferentes denominações.

A Catedral da Assembleia de Deus no Brás fica na Avenida Celso Garcia, 560 e a entrada para o estacionamento fica na Rua Coimbra, Brás, São Paulo.

Assessoria de Imprensa
AD Brás